O carro correu pela estrada de terra até um condomínio discreto na zona rural.
A manhã estava nublada, o ar carregado de um silêncio estranho — como se o dia inteiro pressentisse o que estava por vir.
Gustavo dirigia com uma mão, a outra apoiada na coxa de Ashiley, num gesto quase inconsciente de proteção.
Ela não disse nada.
O corpo estava ali, mas a cabeça… estava longe. Muito longe.
“Ela pediu para ver você.”
A frase repetia na mente dela como um eco.
— Gustavo… — ela finalmente disse —, voc