A revelação sobre Laura ainda pairava como fumaça pesada no ar.
Todos estavam tensos, cada um tentando entender como foram manipulados por alguém que sempre esteve no centro das conversas, das decisões… e das fragilidades deles.
Gustavo decidiu encerrar a reunião.
— Chega por hoje — disse ele. — Estamos cansados, vulneráveis, e isso é terreno perfeito para erro. Amanhã a gente age com estratégia.
Ashiley concordou, mas o corpo dela parecia travado.
Pietro apenas assentiu, abatido.
Aline saiu primeiro, visivelmente abalada.
Pela primeira vez, ela não parecia arrogante — parecia… menor.
Quando todos se dispersaram pelo hall da mansão, Gustavo tocou de leve o ombro de Ashiley.
— Vamos.
— Não quero você aqui nem mais um minuto.
Ela sentiu o corpo responder automaticamente.
Saíram pela entrada lateral, onde dois carros da segurança aguardavam.
No caminho até o sítio, Ashiley ficou olhando pela janela, e Gustavo percebeu que ela mordia o lábio, inquieta.
— Fala — disse ele. — O que está pen