A manhã começou estranha, carregada, como se o ar soubesse de algo que eles ainda não sabiam.
Gustavo estava na sala de reuniões quando Ashiley desceu. Ele falava no telefone, sério, com uma postura alerta demais para um começo de dia.
Quando a viu, desligou imediatamente.
— Precisamos conversar.
Os dedos dela se fecharam instintivamente.
— O que aconteceu agora?
Ele respirou fundo.
— Não aqui.
Levantou, fez sinal para Marina, e os três foram para o escritório dele — uma sala isolada, com pared