O quarto parecia menor depois da foto.
Ashiley ainda estava sentada na cama, o lençol preso ao corpo, o olhar fixo em um ponto qualquer da parede. O coração batia alto demais, como se o perigo tivesse atravessado a pele.
Gustavo andava de um lado para o outro, o celular preso na mão, o maxilar rígido. Ele não falava. E aquele silêncio era mais assustador do que qualquer grito.
— Isso não foi um erro — ele disse, enfim, parando. — Foi planejado.
Ashiley engoliu em seco.
— Alguém… viu a gente.
A