Nos dias seguintes, a rotina começou a assumir uma nova cadência, lenta e confortável, como se o mundo tivesse se encolhido para caber apenas nós três: eu, Min-ho e o bebê. Cada manhã trazia pequenos rituais que aos poucos se tornaram essenciais. Ele aparecia cedo, antes de eu acordar, e deixava na mesa da cozinha uma pequena surpresa: um bule de chá recém-preparado, torradas com geleia caseira, ou um bilhete simples com palavras que me faziam sorrir antes mesmo de abrir os olhos.
— Bom dia, Mi