O tempo voou como um foguete. Leonie, agora com sete anos, era uma força da natureza; uma menina de cabelos escuros e cheios como os meus, olhos profundos como os de Min-ho, e uma língua afiada que nos fazia rir e suspirar. Ela falava sem parar, contando histórias inventadas sobre fadas nas florestas de castanheiros ou perguntando por que o rio Verzasca brilhava como esmeralda.
Sua energia era incansável, mas cada risada dela, cada abraço apertado, era um lembrete de que a vida nos dera uma seg