Amanda ajeitou a mesa com carinho. Cada detalhe parecia sussurrar intenções: as velas lançando sombras macias, o jazz preenchendo o ar com um balanço suave e íntimo, o aroma envolvente da massa fresca cozinhando como um abraço invisível. Tudo simples. Tudo dela. Tudo para ele.
Ela não queria ostentar. Queria tocar. Despertar. Porque sabia que o amor, quando é de verdade, não precisa de cenário — apenas de presença.
Quando o interfone tocou às 19h59, o coração de Amanda saltou no peito com um