O sol ainda bocejava no horizonte quando o silêncio do quarto foi quebrado pela vibração insistente do celular sobre a cômoda. Um som seco, ritmado, que parecia furar a tranquilidade da madrugada com violência. Amanda mal abriu os olhos, mas sentiu o corpo de Lucca se mexer ao lado, ainda envolto no torpor do sono.
Ele soltou um resmungo incoerente e a puxou para mais perto, o rosto enterrado no pescoço dela, como se quisesse adiar o mundo mais um pouco. Mas a vibração não parava. Cada nova ch