A manhã chegou opaca, coberta por nuvens carregadas, como se o céu também pressentisse o que estava por vir.
Amanda ainda estava na cozinha, preparando café, quando a campainha tocou. Lucca, ao lado dela, ergueu os olhos do jornal, como se seu corpo já soubesse o nome por trás daquele som.
— Espera aqui — ele disse baixo, e caminhou até a porta.
Amanda ouviu o ranger da madeira... e o silêncio gelado que veio depois.
— Mãe?
A palavra soou como um sopro que não se esperava dar. Amanda se aproxim