Selene Castiel
O telefone vibrou no criado mudo ao lado da minha cama, enquanto eu finalizava um e-mail para a filial de Milão. Era Bianca.
— Vem pra guerra hoje? — foi a primeira coisa que disse quando atendi.
— Depende. Quem tá levando as armas?
— Eu levo o salto. Você leva a marra.
Ri baixo, mas não respondi de imediato. Meus olhos deslizaram pela porta entreaberta do meu quarto, que dava vista para o corredor. Mais adiante, a luz do escritório ainda estava acesa, projetando uma faixa dourada