POV Selene Castiel
O som das sirenes ainda ecoava no meu ouvido. Uma sinfonia distorcida de urgência e caos. O zumbido da cidade desaparecia ao fundo, abafado pelo barulho do meu próprio sangue pulsando nos ouvidos. Eu era movida como um corpo entre mãos alheias, sobre uma maca dura, enquanto a luz do hospital me cegava em flashes. Clarões. Brancos. Impiedosos.
O ar cheirava a álcool e sangue seco. A pele ardia onde ele me tocou. Onde ele me machucou. E as dores... vinham em ondas. Primeiro fís