Selene Castiel
A porta se fecha com um estalo que reverbera pelo meu corpo mais do que pelo quarto. O salto esquerdo cai num canto, o direito no outro. Tiro o vestido e jogo em qualquer lugar do quarto e pego robe de seda, que escorrega pelos meus ombros com um arrepio que não tem nada a ver com frio. Jogo a bolsa sobre a poltrona, respiro fundo e deixo meu corpo tombar na cama como se estivesse fugindo de mim mesma.
Mas eu não fujo. Nunca fugi. Sempre encaro tudo de frente. E agora... o probl