MAVI NARRANDO
A noite ainda respirava nos corredores da mansão quando ele entrou no quarto. Meu corpo, tenso e hesitante, não sabia se deveria recuar ou se entregar. Mas havia algo nos olhos dele que me paralisava e, ao mesmo tempo, me puxava para mais perto. Cada passo dele ecoava na madeira do chão como se ditasse o ritmo do meu próprio coração.
Quando ele se aproximou, eu senti a presença dele de uma forma que jamais havia sentido com qualquer outro homem. Nem com Héctor, nem com qualquer o