O sol da manhã começava a infiltrar-se pelas frestas das cortinas pesadas, preenchendo o quarto com uma luz suave e quente.
Dante abriu os olhos, sentindo o calor de um corpo pressionado contra o dele.
Por um segundo, pensou que fosse um sonho. Mas não… era real.
Amara estava ali, o rosto delicado afundado no peito dele, os cabelos bagunçados espalhados sobre o peitoral nu, os braços finos abraçando sua cintura, como se procurasse abrigo.
Ele soltou uma risada baixa, carregada de sarcas