O dia ainda mal tinha começado, mas Rose já estava em guerra.
A mansão dormia em silêncio, exceto pela batida pesada que saía da academia — um som que tremia o chão e parecia acompanhar o ritmo da respiração dela.
Cada soco era uma resposta muda.
Cada chute, uma tentativa de calar o turbilhão que girava dentro da cabeça.
O corpo dela se movia com precisão, força e raiva contida. O som dos punhos acertando o saco de pancadas ecoava como trovões abafados.
Rose não pensava, apenas agia — uma máqui