O portão se abriu devagar, revelando a entrada da mansão banhada pela luz dourada do fim da tarde.
O carro avançou, e Rose olhou pela janela, sorrindo — o jardim estava diferente.
Mais flores, mais vida… e mais barulho.
Antes mesmo de o motor desligar, ela ouviu as vozes.
Risos, passos apressados, e o som de alguém gritando:
— Eles chegaram!
Quando Pedro saiu do carro, quase tropeçou em Danilo, que surgiu com um avental sujo de farinha e uma colher de pau na mão.
— Olha quem voltou do paraíso!