O campeonato começou e lá estava Léo, um borrão de velocidade e adrenalina. Meu coração acelerava a cada volta, mas ele parecia tão à vontade, tão confiante. Ele era bom. Não, ele era excepcional.
Seriam dois dias de campeonato, e a cada curva, a cada salto, ele mostrava sua habilidade. Eu, que só o conhecia em seu terno e gravata, ficava hipnotizada. Aquele homem impetuoso estava fazendo aquilo com uma perfeição que me tirava o fôlego. Eu me sentia uma peça em um tabuleiro de xadrez, uma