No quarto, me deitei sobre a cama. A suntuosidade do lugar era inegável, mas o cansaço que eu sentia superava qualquer luxo. Fechei os olhos, o corpo exausto, a mente confusa. A proximidade dele ainda me desestabilizava, mas a sua presença, em silêncio, era quase reconfortante.
Ele se sentou próximo, mas sem muita intimidade, mantendo uma distância respeitosa. O toque dele, quando veio, foi suave e cauteloso, pousando sobre meu ventre. Não havia malícia, apenas um gesto de conexão com o ser que