Ele sacou o celular e passou o dedo na tela sem olhar. Eu não sabia se era um tic de ansiedade ou uma forma de me dar tempo.
— Eu não vou me aproximar dele sem você — disse, por fim. — Não hoje. — A pausa pesou. — Mas isso vai acontecer. Você pode escolher o como. Não pode impedir o quando.
— Eu posso tentar.
— E eu posso ser mais teimoso do que você imagina.
— Disso eu nunca duvidei.
Um canto da boca dele ameaçou um sorriso e morreu heróico. Ele deu um passo atrás, como se estivesse se seguran