O café ficava escondido numa ruazinha lateral da vila, com janelas pequenas, móveis de madeira clara e o aroma doce de canela pairando no ar. Madeleine passou por ele tantas vezes sem notar. Talvez porque, até então, não tivesse realmente procurado um lugar assim — acolhedor, quieto, despretensioso.
Clara já estava lá, sentada perto da janela com duas canecas fumegantes na mesa.
— Pedi chocolate quente pra você — disse, sem rodeios. — Era isso ou chá de ervas, e achei que você merecia um pouco