A manhã chegou com cheiro de sal e vento fresco. O céu, sem nuvens, refletia no fiorde como um espelho gelado. Madeleine acordou cedo, não por hábito, mas por intuição — como se algo no ar sussurrasse que valia a pena levantar.
Ainda sonolenta, arrumou o cabelo em um coque solto, vestiu o casaco mais grosso que encontrou e desceu com a caneca de chá fumegante nas mãos. Quando abriu a porta, encontrou Erik já parado à frente do chalé, encostado no velho jipe com a naturalidade de quem nunca tinh