Ela estava sentada à beira da cama, o vestido caindo suavemente sobre o corpo delicado, e o olhar inquieto denunciando o nervosismo. Eu a observei por alguns instantes antes de me aproximar com calma, mas por dentro o desejo me queimava.
— Quer comer algo? perguntei em tom sereno.
— Não, obrigada. respondeu rápido, quase seca.
Peguei as duas taças de vinho e entreguei uma para ela. Seus dedos tremiam, mas ainda assim bebeu de um só gole. Eu sorri de lado.
— Nervosa… comentei. — É sua primeir