Andréia
Ainda ofegante, com o corpo colado ao dele, eu não queria parar. Sentia meu peito subir e descer contra o dele, o coração batendo forte, mas dentro de mim ainda havia fogo demais para simplesmente encerrar ali.
Levantei devagar, mantendo-o dentro de mim por alguns segundos, e depois me sentei ereta em seu colo, ainda cavalgando mais lento, saboreando cada segundo. Os olhos dele me devoravam.
— Nossa… você me deixa insaciável, minha joia… Gustavo murmurou, deslizando as mãos pela minha