Vi quando ela recebeu o buquê.
Não precisava me aproximar pra saber de quem era. O hospital inteiro já sabia. Bruno, o bonitão da emergência, tinha deixado sua marca — e agora fazia questão de mostrar pra todo mundo que tinha avançado mais do que eu fui capaz de ir.
Ela sorriu. Um sorriso leve, quase tímido… mas sincero. Aquilo me atingiu mais do que eu esperava.
Caminhei até a porta do consultório dela, impulsivo. Ia bater, dizer qualquer coisa — mas parei quando ouvi sua voz.
— Eu aceito… Me