Parte 20...
Ayla
Eu continuo no sofá, encolhida, abraçada às próprias pernas. Não quero a cama dele. Não quero o cheiro dele. Não quero nada que faça parecer que pertenço a esse lugar.
A porta se abre sem aviso. Emir entra. Ele olha primeiro para a cama arrumada. Depois para mim. O maxilar dele trava.
— O que você está fazendo aí? - questiona, seco.
— Dormindo - respondo, mesmo sabendo que não convence ninguém essa desculpa boba.
— No meu quarto, não. - ele aponta para a cama com o queixo. — Le