Parte 75...
Ayla
— Anda.
— Solta minha irmã! - tentei me virar.
Ele me empurrou para fora do apartamento. No corredor, os outros dois já estavam esperando. Um deles limpava sangue da boca. O outro guardava a arma.
— Ela escapou - disse o que sangrava. — Desceu pela rua atrás do prédio.
O que parecia ser o chefe cuspiu no chão.
— Não dá tempo. A ordem é levar essa. A outra não é importante.
Me puxaram pelo braço. Saí tropeçando, quase caindo. O prédio parecia distante, estranho. Como se eu estivesse fora do meu próprio corpo. Me sinto até mais quente. Na rua, um carro preto estava ligado. Porta aberta.
— Narin!
Gritei de novo, olhando em volta, o peito queimando. Não vi ninguém. Fui empurrada para dentro do banco de trás. Um entrou comigo, colando no meu lado. Outro veio na frente. O terceiro dirigiu. O carro arrancou e o mundo ficou para trás em um borrão de luzes. Meu coração parecia que ia rasgar meu peito.
— Quem são vocês? – minha voz falhou — Quem mandou vocês aqui?
O homem ao me