Parte 74...
Ayla
Dia seguinte
Fechei a mala com o joelho, forçando o zíper que insistia em travar. O apartamento estava uma bagunça organizada: roupas sobre a cama, caixas abertas no chão, papéis da tia empilhados na escrivaninha, remédios separados em sacolas. Cheirava a poeira, a tecido guardado, a qualquer coisa que me passava pela cabeça, no meu nervosismo e ansiedade de dar o novo passo.
Narin estava sentada no chão, dobrando camisetas com um cuidado exagerado, pensativa até demais.
— Você