“Algumas quedas não destroem — libertam. Quando o medo se cala, sobra a escolha… e eu escolhi não voltar a ser silêncio.”
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A queda não faz barulho quando é real. Não estilhaça, não explode, não pede plateia. Ela acontece como um esvaziamento lento, quase delicado — um silêncio estranho, respeitoso, que se instala quando o medo finalmente perde a função. É assim que sinto o mundo nas horas seguintes àquela ligação. Como se algo antigo, pesado, tivesse soltado o ar dos pulmões depois de me su