O sol mal começa a riscar o céu quando Marta desperta com uma sensação estranha no corpo. O estômago parece em guerra, embrulhado, pesado, inquieto. Ela tenta se levantar devagar, mas mal dá o segundo passo e corre apressada para o banheiro, cambaleando.
O som seco do vômito preenche o ambiente silencioso. As mãos seguram firme a borda da pia. Os olhos marejados não escondem o pânico.
Ela se apoia, respira fundo, enxágua o rosto e encara o reflexo no espelho.
— Não... não pode ser... — murmura