De mãos dadas, Darlene e Eduardo atravessam o pátio da fazenda sob o olhar atento de todos os moradores. Vaqueiros encostados nas cercas, empregados passando com baldes, todos interrompem brevemente suas rotinas para observar aquela cena: o homem da cidade, dirigindo o carro dela, e ela, confiante, ao lado dele, com um sorriso discreto no rosto.
Eduardo maneja o volante com tranquilidade, como se aquele fosse o carro dele há anos, e Darlene repousa a mão na coxa dele, distraída, olhando a paisa