O sol ainda não rompeu o horizonte quando Marta e Lizandra deixam a casa em silêncio e seguem em direção aos galpões. O ar da madrugada é frio, carregado de orvalho, e o silêncio da terra adormecida contrasta com a energia delas. Há em Marta uma chama que não se apaga: o orgulho de quem plantou uma ideia, regou com esforço e agora colhe frutos. Seu sítio, antes apenas sonho e risco, hoje rende uma pequena fortuna, sustentando a família com dignidade. Não depende do casamento com um bilionário p