Nada prepara Islanne para o que sente ao abrir a porta do quarto e dar de cara com a imagem mais poderosa que poderia ver: Marta com Lua ao sei0, serena, inteira, enquanto Jonathan a observa com devoção, os dedos acariciando os fios finos da filha como quem toca a própria alma. É um instante congelado no tempo, íntimo, sagrado, que acerta Islanne em cheio, como uma flecha certeira no meio do peito.
Antes disso, a manhã começa com a mesma força imprevisível que define a mulher que ela é. Islanne