O portão da fazenda range ao abrir, mas nem o som metálico quebra o riso solto que escapa de Darlene e Eduardo. Eles descem da caminhonete rindo como se o mundo não tivesse pressa, como se ali, entre árvores silenciosas e céu estrelado, tudo fosse possível. A poeira da estrada ainda os acompanha, mas é como se não importasse. Há algo mais intenso no ar, talvez desejo, talvez alívio. Talvez os dois.
— Você é louco, Eduardo! — Darlene diz entre gargalhadas, enquanto desce ajeitando o cabelo desgr