O tempo parece parar quando a esperança está por um fio. E para Jonathan Schneider, cada segundo dentro da Delegacia da Criança se arrasta como uma tortura silenciosa, fria e impiedosa. O ar é pesado, não apenas pela burocracia sufocante do sistema, mas pela incerteza que morde a alma com dentes invisíveis. O tic tac do relógio de parede soa mais alto que qualquer sirene do lado de fora, não há pressa para a dor, nem alívio para quem teme a resposta.
Na sala de paredes neutras e móveis funciona