O fim da tarde mergulha a fazenda num espetáculo de luz dourada, enquanto a brisa fresca espalha pelo ar o cheiro cítrico das frutas maduras. Darlene e Eduardo caminham lado a lado, ainda rindo da provocação feita a Ravi. A estrada de terra entre o sítio dos Maia e a sede da fazenda é curta, mas o caminho até o curral parece carregar eletricidade.
No pomar, entre laranjeiras carregadas, Darlene se estica para alcançar a fruta e Eduardo, ao seu lado, a observa com os olhos estreitados de desejo