O sol ainda nem aquece direito a terra quando Ravi, com os olhos entreabertos e os cabelos desordenados, emerge do seu quarto no sítio como quem atravessa uma tempestade de preguiça. Cambaleando até a sala, ele se joga no sofá com a precisão de um zumbi e encosta a cabeça no colo de Dona Maria, que, como sempre, está sentada ali como uma entidade sagrada da paz e do café quente. Sem dizer nada, ela começa a fazer cafuné no menino loiro que, apesar da fama de durão e cérebro do grupo, ali se com