Isadora surge no escritório de Jonathan com o celular ainda na mão, o semblante grave. A voz dela não treme, mas a tensão é perceptível.
— Jonathan… localizamos o carro de Cassandra, ela começa, direta.
— Estava estacionado a poucos quilômetros daqui.
Ele ergue o olhar de imediato, os olhos escuros fixos nela, atentos.
— E? Pergunta em um tom baixo, controlado, como quem já pressente que a resposta não será simples.
Isadora solta o ar devagar.
— No porta malas, vários frascos de álcool. Garra