A mansão Schneider respira tranquilidade naquela tarde clara. As crianças correm pelo jardim, rindo, suas vozes leves ecoando como música. O vento balança suavemente as árvores e o sol faz brilhar o gramado úmido. Mas sob a superfície dessa calma, um mal rasteja, silencioso e faminto.
Cassandra.
Ela conseguiu o que parecia impossível, penetrar nos limites da propriedade, com os olhos ardendo em desespero e o corpo frágil consumido pelo ódio. Seus pés arrastam-se pelo chão de pedras, mas seu olh