O caos começou com um alerta silencioso no centro de comando, um padrão de tráfego que nenhum algoritmo de defesa pré-programado conseguiu identificar a tempo. Em menos de cinco minutos, a espinha dorsal financeira da corporação entrou em colapso. Os terminais de negociação congelaram sob um ataque de negação de serviço (DDoS) combinado com uma injeção de ransomware que sequestrou as chaves de criptografia das contas internacionais. O prédio da Faria Lima, outrora um modelo de eficiência, transformou-se em um formigueiro em pânico.
Nicholas estava no trigésimo andar quando as luzes de emergência começaram a piscar. O painel de monitoramento à sua frente mostrava uma tela vermelha: Sistema Comprometido. Milhões de dólares evaporavam a cada segundo de inatividade. O conselho administrativo, via satélite, exigia respostas imediatas, mas a equipe de TI sênior, liderada por Paulo e Marcos, parecia paralisada diante da sofisticação do ataque.
— Não conseguimos quebrar o protocolo de criptog