A BR-040 estendia-se diante de nós como uma fita de asfalto infinita, cortando o cerrado brasileiro sob um céu que passava do laranja sangrento para um azul profundo e gélido. A carrinha blindada avançava a uma velocidade constante, um fantasma mecânico devorando quilómetros em direção ao coração do poder. No interior, o silêncio era interrompido apenas pelo zumbido dos equipamentos de monitorização e pelo som seco do metal contra o metal, enquanto Ghost limpava e organizava o armamento no comp