Clarice e Sol continuaram sua caminhada, o jardim noturno revelando-se ainda mais sereno à medida que a conversa aprofundava a paz recém-descoberta de Clarice. O ar fresco da noite parecia massagear sua alma, e o som de seus próprios passos, antes uma lembrança de sua incessante busca por controle, agora era uma melodia suave que acompanhava a sinfonia da natureza. Ela sentia-se mais leve, como se um fardo invisível tivesse sido finalmente erguido de seus ombros.
— Sol, você sempre teve essa… e