O carro deslizou pela rua silenciosa, elegante demais para o meu bairro onde cresci, e eu já me sentia fora de lugar naquele carro luxuoso.
— Alejandro, eu quero que você me leve de volta para o meu apartamento — falei, cruzando os braços, tentando soar firme… mesmo com o coração fazendo samba no peito.
Alejandro González desviou o olhar da rua só para mim, com aquele meio sorriso arrogante que dava vontade de empurrar… e beijar. O combo completo da desgraça emocional.
— Você deveria ir comigo.