(Ponto de vista de Maximus)
O corredor do hospital era branco. Branco demais. As paredes brancas, o chão branco, a luz branca, as roupas dos enfermeiros brancas. Tudo branco. Tudo limpo. Tudo vazio.
Sentei em uma cadeira de plástico encostada na parede. As mãos ainda estavam sujas de sangue. O sangue de Natalie. O sangue de Tessa. O sangue que escorreu entre os meus dedos enquanto eu segurava o corpo de Natalie no banco de trás do carro, enquanto Damasco dirigia em velocidade acima do permitido