(Ponto de vista de Maximus)
Os dias no hospital se arrastaram como uma eternidade.
Cada manhã eu acordava na cadeira de plástico ao lado da cama de Natalie, com o pescoço duro, as costas doendo, a mente cansada. As enfermeiras entravam e saíam, trocavam os soros, verificavam os pontos, anotavam os sinais vitais. Os médicos faziam rondas, falavam palavras que eu não ouvia, davam diagnósticos que eu não processava.
Natalie dormia a maior parte do tempo. Os remédios mantinham ela apagada, longe d