O quarto estava mergulhado em penumbra, iluminado apenas pelo abajur no criado-mudo ao lado da cama. A luz emitia um suave dourado que acariciava o rosto de tranquilo de Léo, adormecido, e agora, entregue ao sono sua respiração calma subia e descia em ritmo constante. Finalmente uma respiração serena. Um quadro de paz absoluta. A mão pequena dele ainda repousava sobre a de Olivia, mesmo inconsciente.
O mundo lá fora parecia distante, irrelevante. Mas dentro de Olívia, não havia paz alguma, tud