O som da mala caindo ecoou pela sala como um trovão. O coração de Olívia parou por um segundo, depois disparou num ritmo frenético, como se fosse escapar pelo peito.
Ela não acreditava no que via.
Ali, diante dela, estavam dois rostos que pertenciam ao passado, rostos que ela acreditara nunca mais precisar rever. Não eram lembranças, não eram pesadelos; estavam ali, de carne e osso.
Rostos que a ensinaram cedo que o sangue nem sempre significava família.
Ela sentiu a garganta fechar. A visão e