O prédio das Indústrias Moretti erguia-se no horizonte como uma fortaleza de aço e vidro contra o céu da manhã, refletindo a luz solar que batia nas janelas altas, e a imponência parecia sussurrar uma verdade: aquele lugar não era apenas um centro de negócios, era o trono de Nicolau.
Ian estacionou o carro na vaga reservada e, por um instante, ficou imóvel, as mãos no volante. Respirou fundo, fechou os olhos e deixou que a sensação conhecida o tomasse: aquela mistura de fardo e pertencimento. C