— Eu… eu realmente posso vê-lo? — a voz de Olívia saiu baixa, quase infantil, carregada de medo e esperança ao mesmo tempo.
O médico assentiu, abrindo um pequeno sorriso compreensivo.
— Sim, senhorita Belmonte. Mas apenas pela parede de vidro da UTI, por enquanto. Ele está em observação, ainda é cedo para contato direto. Precisamos evitar qualquer risco de infecção.
Olívia concordou com a cabeça de imediato. O alívio que sentiu foi tão grande que as pernas pareceram fraquejar.
— Não importa. Só