O corredor parecia suspenso no tempo, como se até o ar estivesse preso na garganta. O nascer do sol pintava os vidros com tons dourados que invadiam o hospital, zombando da noite em claro mergulhada em dor e exaustão.
Olívia estava encolhida na cadeira, os olhos vermelhos, as mãos entrelaçadas tão forte que os nós dos dedos estavam brancos. A cada segundo, o coração dela se apertava, como se pudesse sentir, a quilômetros de distância, cada batida frágil do coração do filho.
Ian retornava ao cor