Ian permaneceu parado no corredor por alguns segundos, os dedos ainda cravados firmes no braço de Olívia. Era como se o corpo se recusasse a soltá-la. Ele observava Nicolau se afastar e cada passo dele, cada batida seca e ritmada da bengala contra o piso branco, ecoava dentro dele como um aviso: se você não for agora, nunca mais terá respostas.
O coração de Ian estava dividido e ardia em duas direções: ficar com Olívia, ser o porto que ela precisava naquele instante de fragilidade, permanecendo